
O livro parte da metáfora de que homens e mulheres vêm de planetas diferentes – Marte e Vénus – para explicar as diferenças profundas nos modos de pensar, sentir e comunicar. John Gray defende que muitos conflitos nos relacionamentos surgem não por falta de amor, mas por mal-entendidos resultantes destas diferenças naturais.
Segundo o autor, os homens tendem a valorizar a autonomia, a solução de problemas e a eficácia; quando enfrentam dificuldades, recolhem-se para “a sua caverna” a fim de encontrar respostas ou simplesmente desligar. Já as mulheres, em momentos de stress, procuram diálogo, empatia e partilha emocional como forma de processar os seus sentimentos.
Gray sublinha que, para um relacionamento saudável, é essencial compreender e respeitar estas diferenças. Aos homens, recomenda que aprendam a ouvir com atenção, sem apressar soluções; às mulheres, aconselha dar espaço ao parceiro quando este se isola, evitando interpretar tal afastamento como falta de amor.
Outro ponto central é a “contabilidade emocional”: homens sentem-se valorizados quando o seu esforço é reconhecido, mesmo em pequenas acções; mulheres sentem-se amadas através de gestos frequentes de carinho e atenção, mais do que por grandes feitos ocasionais.
O livro também aborda formas de comunicação eficaz: usar linguagem clara e não acusatória, expressar necessidades sem críticas e procurar compreender antes de responder. O objectivo final é criar pontes entre Marte e Vénus, aceitando que o outro não mudará a sua essência, mas que ambos podem adaptar atitudes para harmonizar a convivência.
Em suma, Os Homens São de Marte, as Mulheres São de Vénus é um guia prático para aumentar a compreensão mútua, cultivar paciência e transformar diferenças em força, promovendo relações mais equilibradas e satisfatórias.
Bem hajam.
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