Finja até que atinja!

Finja até que atinja
Finja até que atinja

Finja até que atinja! Por que razão fingir nos ajuda?!

Tal como nos disse Einstein, “a imaginação é mais poderosa do que o conhecimento”. Desde pequenos que certamente descobrimos isto.

De facto, é nas brincadeiras que a criança começa a desenvolver o seu potencial, “fazendo de conta”, e a criar o respetivo lugar no mundo. Ora, esta estratégia subconsciente é talvez a principal fonte da motivação, pois leva-nos a criar cenários possíveis e, a partir daí, direcionar a nossa atenção para as provas reais de um caminho que nos pode satisfazer.

Nesta linha, e com o intuito de fundamentar a ideia apresentada, reporto-me ao ano de 2003, mais concretamente, ao momento em que, por acaso, tropecei na PNL (Programação Neurolinguística). Nesse fim de semana, dei-me conta que o principal causador na minha experiência real, era eu mesmo, sobretudo, pela forma como percebia e vivia a realidade em termos subjetivos e imaginários. Neste processo, foi fundamental compreender as leis da mente e a forma como isso influencia o sistema neurológico e nos provoca as sensações.

Este foi apenas o início duma enorme cruzada!

Posto isto, importa salientar que todos temos a capacidade de criar cenários mentais que nos podem apoiar ou prejudicar, e fazemo-lo a todo o instante de forma inconsciente, através da interpretação do que nos rodeia, numa espécie de “piloto automático” que é cocriador de tudo o que sucede à nossa volta. A razão para que tal suceda tem a ver com o facto de que o nosso cérebro não é capaz de diferenciar o que real do que é fantasia. Por exemplo, quando fingimos confiança, ativamos as áreas do cérebro que correspondem à confiança real.

A maior diferença entre um pensamento falso e um pensamento não falso é o que surge após o pensamento inicial. Se dissermos a nós mesmos que estamos confiantes e deixamos o processo de pensamento acabar por aí, não procurando provas ou justificativas, então estaremos perante um pensamento real. Se, no entanto, o refutarmos, a mente conduzir-nos-á para fora desse sentimento. Quer isto dizer que quanto mais “fingirmos” uma emoção, mais os caminhos que correspondem à emoção verdadeira se fortalecem no cérebro. O que resulta em mais confiança real. No fundo, estamos a treinar o cérebro para sentir emoções reais, fingindo-as.

Cedo ou tarde as emoções tornar-se-ão tão naturais que o cérebro simplesmente as aceita como realidade, tentando encontrar provas de que estamos certos (Viés de Confirmação), enquanto cria mais situações que reiteram/ provam essa mesma crença (Profecia autorrealizável).

Perante esta descoberta, poderá surgir a ideia de que tudo é possível, se assim acreditarmos. E o contrário a mesma coisa. Logo, será fundamental retomar ao “faz de conta” da infância, dentro do que é realisticamente viável e, a partir daqui criar hipóteses.

É possível que o impossível se torne possível. Basta abrirmo-nos à possibilidade de imaginar, de ousar fingir e criar o que se pretende atingir, ser, viver ou experienciar.

Como alguém disse: “assuma as rédeas da vida e decida como se quer sentir.” Não fique à mercê do acaso e dos acontecimentos. Finja, finja…. até que atinja!

 

Para aprender a viver com mais entusiasmo e projetar um futuro mais atraente, sugerimos que explore a Programação Neurolinguística (PNL).

Bem hajam e uma vida extraordinária!

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MIGUEL FERREIRA
Consultor | Formador | Advanced Master, Practitioner e Trainer em Programação Neurolinguística
Psicopedagogo, Especializado em Psicologia Clínica e da Saúde | Executive e Life Coach

Membro fundador da APPNL – Associação Portuguesa de Programação Neurolinguística

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