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5 tarefas para a felicidade

5 tarefas para a felicidade
5 tarefas para a felicidade

Estimados leitores, deixo-vos aqui 5 tarefas para a felicidade, devidamente enquadradas na Programação Neurolinguística (PNL), e que poderão fazer a diferença na vossa vida pessoal e profissional. O objetivo consiste em efetuar 5 tarefas (que apesar de parecerem simples, podem revelar-se exatamente o contrário), procurando assumir o comando da vida. Este é um processo algo desafiador e, quem sabe, um dos propósitos da nossa existência.

 

1 – Aprender a lidar com a frustração

A frustração pode apagar os sonhos. Pode mudar a atmosfera de um ambiente, deixando-o impregnado de negatividade. Se olharmos para os grandes homens de sucesso veremos que, num certo momento, todos sofreram algum tipo de deceção. Então, é fundamental aprender a olhar para as frustrações de forma diferente, redefinindo o foco. É essencial alterar o que for necessário, para que se possam “aproveitar” os conhecimentos resultantes de todos os desafios/obstáculos. Às vezes, a melhor forma é mesmo mudar o alvo, reajustar o objetivo e/ou abdicar destes últimos, em prol de algo ainda melhor (mais ecológico).

Se aquilo que está a fazer não está a funcionar, faça de outra maneira!

 

2 – Aprender a lidar com a rejeição

Um “não”, muitas vezes recebido, pode gerar uma grande desilusão, sobretudo, se acreditarmos que nos estão a rejeitar. Na realidade, não há rejeições, há apenas escolhas!

Ninguém tem como objetivo, receber um “não”, pois por norma magoa. Muitas pessoas encaram um não como uma “rejeição”, transformando-a num problema (o que não quer dizer que isso aconteça). Diante desta situação, não nos podemos encolher e limitar. Não nos podemos amedrontar e permanecer no esforço de evitar os “nãos”, pois tal acarreta graves consequências. Já diz a sabedoria popular: “quem não arrisca não petisca.”

Há que arriscar para que se possa evoluir e gerar novas possibilidades.

Na verdade, não há sucessos reais sem que tenham ocorrido escolhas/rejeições (seja da nossa parte ou da parte de outrem). Pensando de forma objetiva, quanto mais sofremos a “não aceitação”, mais podemos aprender e, a partir daí, fazer diferente. Isto acontece em todas as circunstâncias da vida. Quem, de forma contínua, nos “presenteia com um não” é porque seguramente tem razões para fazê-lo e nada tem a ver com o nosso valor como pessoas. Sinceramente, acredito que todos temos potenciais ilimitados, ainda que nem todos acreditem nisso.

Valorizemo-nos, então, a nós próprios! A curto-médio prazo, o “não” qualificar-nos-á para o “sim”, trazendo crescimento, evolução e consequentemente sucesso para a vida.

Na realidade, não há rejeições, há escolhas!

 

3 – Aprender a lidar com a crise financeira

O dinheiro funciona como qualquer outra coisa: podemos usá-lo a nosso favor ou contra nós. A crise financeira, quando chega, arrasta consigo outras crises, extensíveis a outras áreas da vida, sendo que tal acontece porque perdemos o controlo da situação. Aqui será fundamental, ter um olhar acutilante e flexível, pois enquanto “uns choram, outros vendem lenços de papel”. Nesta linha, aproveitemos toda e qualquer situação de crise. E, durante esta última, perguntemo-nos: “como podemos utilizar/rentabilizar isto?!” Afinal, não são os acontecimentos da vida que determinam a forma como nos sentimos e agimos, mas sim a maneira como os interpretamos e avaliamos.

O dinheiro, é também a consequência do valor que estamos a acrescentar na vida!

 

4 – Aprender a criar e gerar entusiasmo

Todos já nos deparamos com pessoas que conquistaram excelentes resultados na vida e depois pararam de crescer e de desenvolver-se. Neste caso, o conforto pode transformar-se numa emoção desastrosa porque quando ficamos muito confortáveis, paramos de ousar e consequentemente de evoluir.

A chave para criar e gerar entusiasmo é, apesar da estabilidade e do equilíbrio, manter o foco nas novas metas que se pretendem atingir. Por exemplo, é importante ter em mente: “como podemos fazer mais e melhor, com menos esforço ou menos desgaste.”

Imaginemos o resultado que pode surgir deste simples desafio!

Saber o que queremos ajuda-nos a consegui-lo.

 

5 – Dar sempre mais do que o que esperamos receber

A excelência pode ser o foco constante em tudo aquilo que fazemos. Em qualquer relacionamento que criemos, procuremos valorizar os outros, ofertando-lhes o melhor de nós. Assim, desenvolver-nos-emos como pessoas agradáveis e capazes de agregar valor na vida daqueles que nos rodeiam e, dessa forma, as possibilidades aumentam.

Todos os procedimentos devem ter como fim aumentar as possibilidades de escolha.

Quanta felicidade conseguimos aguentar?

Bem hajam!

 

Este é o momento certo. Aproveite a circunstância atual. Renove-se e adapte-se à vida!
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2MIGUEL FERREIRA
Advanced Master, Practitioner e Trainer em Programação Neurolinguística

Psicopedagogo, Consultor Empresarial, Executive e Life Coach

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