22 Jul, 2019

1 milhão de euros

22 Jul, 2019

A história fala de um velho rico e abastado que ao sentir que o fim da vida se aproximava, convocou os seus familiares e empregados mais próximos. Mandou também chamar um notário para testamentar as suas últimas vontades. Após distribuir todo o seu património fez questão de reservar 7 milhões de euros para de forma aleatória através de uma lista telefónica escolher entre 7 pessoas desconhecidas e dar 1 milhão a cada um, escolhidos com o dedo indicador do velho.

O primeiro era bancário, o segundo era padre, o terceiro era uma prostituta, o quarto era um vendedor de automóveis, o quinto uma médica, o sexto era ator e o sétimo era um vigarista.
Segue o que aconteceu a cada um destas personagens.

O bancário, quando recebeu a notícia, com o cheque de 1 milhão nas mãos deu um salto e disse: “Ah, amanhã quando chegar ao banco, aquele meu chefe vai ver quem eu sou”. Normalmente chegava de mansinho à porta do gabinete em vidro martelado e dava três pancadinhas muito suaves e perguntava sem ousar levantar os olhos do chão: “Dá-me licença de entrar?” E aquele chefe sempre mal disposto, atendendo dois telefones ao mesmo tempo vociferava e dizia-me: “Que é que você quer sua avécula?””Julga que não tenho mais nada para fazer do que estar aqui de perna aberta para o aturar?”
Ah, amanha, vais vê-las, dizia o bancário. Chegado ao Banco com um fato a estrear, gravata nova, camisa nova e sapatos a brilhar irrompe pelo gabinete do chefe e grita sem deixa-lo dizer uma palavra: “Você é uma besta, ouviu?” “Nunca mais me volta a humilhar, ouviu sua avécula e quando se cruzar comigo na rua mude de passeio e nem pense em me cumprimentar, seu pedaço de asno”.

O padre quando soube da notícia, ajoelhou-se, benzeu-se três vezes, olhou para o céu, sentiu-se comovido e caiu, fulminado no chão com um ataque cardíaco.

A prostituta nem queria acreditar. Chamou as colegas todas, fez uma festa na rua até às tantas regada a champanhe bruto, comprou uma grande limousine cor-de-rosa e partiu para outra cidade para organizar a sua nova vida.

O vendedor de automóveis, foi directo ao casino e eufórico, deixou logo lá metade do cheque. Ao chegar a casa a esposa disse-lhe: ”Podias dar-me metade” e ele deu. Distribui também parte pelos três filhos que tinha e olhou para o restante e disse: “Parecia tanto e afinal tenho que continuar a trabalhar”.

A médica ficou desconfiada. Pensou que era para os apanhados, mas quando se convenceu ficou histérica e começou aos gritos dentro do apartamento. Abriu as janelas e gritava: “Estou rica, estou rica”. Ligou à sua melhor amiga e partiram num cruzeiro às Caraíbas.

O ator expressou “vem mesmo a calhar”, mas vou ficar calado que nem um rato e viveu a vida toda encenando dificuldades financeiras e morreu rico.

O vigarista nem queria acreditar. Sempre cheio de dívidas. Sempre a fugir, sempre a contar filmes, sempre a enganar os incautos. Sai à rua com o cheque na mão e quando vê o primeiro amigo diz: ”É pá, estou rico” ao que o amigo retorqui “Não comeces, já conheço essa história” “Fica com o cheque” e foi-se embora. De seguida entra no banco onde tinha sempre a conta devedora e diz ao empregado “Acabaram os meus problemas” “Quero depositar este cheque e levantar mil euros”. O empregado olhou para o cheque e disse-lhe sorrindo: ”está bem, mas primeiro vá levantar o cheque em dinheiro e venha cá depositá-lo”. O vigarista nem queria acreditar. Entrou num restaurante e disse “Quero comer e beber de tudo a que tenho direito” e o empregado acompanhado de dois seguranças expulsaram-no. Chegou a hora de dormir e ao passar por um albergue de sem abrigos disse “Olhe eu tenho aqui um cheque de 1 milhao de euros” e o funcionário disse-lhe “Está bem, você quer é dormir, entre e acomode-se”. O vigarista tira o cheque de dá funcionário para ele o guardar. Este olhou para o cheque, voltou a olhar e foi depositá-lo debaixo de uma vela que estava ao lado da cama do vigarista. Durante a noite a cera foi escorregando e fervendo começou por queimar o cheque e este ardeu.
De manhã o vigarista acorda, não vê o funcionário e diz:” Pela primeira vez fui vigarizado, fui vigarizado” e pensou…”mas para quê me interessa ser rico se ninguém acredita em mim?”

Bem Hajam.

programação neurolinguísticaMIGUEL FERREIRA

Consultor | Formador | Advanced Master, Practitioner e Trainer em Programação Neurolinguística

Licenciado em Psicopedagogia, Especializado em Psicologia Clínica e da Saúde.

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